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“Tempo, Tempo, Tempo, Tempo: és um dos deuses mais lindos.”

Com o avanço das tecnologias, a necessidade de controlar o tempo para conseguir fazer tudo, tornou-se quase que inevitável. Numa sociedade  capitalista, tempo é dinheiro, então, não se pode perdê-lo.

Pelo fato de as pessoas estarem sempre com pressa, as mesmas se acomodam com tudo o que lhes é imposto. Afinal, não há tempo para pensar. Esse caos que foi criado a partir da necessidade de cumprir seus deveres, faz com que a sociedade se afaste de questões políticas, ambientais e até mesmo sociais.

Muitos trabalhadores deixam de fazer o que mais gostam pelo vício do lucro, encarando a vida como competição. O tempo, junto das finanças que lhes sobra, é utilizado para trabalhar mais ainda. Por fim, isso se transforma num ciclo, e o dinheiro torna-se inútil para os fins primeiramente planejados.

Para agilizar a vida, é comum que as pessoas façam diversas coisas ao mesmo tempo. Quando se podia obter um resultado impecável, termina-se os três de maneira ineficiente.

Como diz o ditado, a pressa é inimiga da perfeição. As pessoas ficam com seus projetos inacabados e depois ainda questionam onde está o progresso… (deitado eternamente em berço esplêndido)

“Não tenhamos pressa,mas não percamos tempo.”

Hey, mãe! Eu tenho uma guitarra elétrica. Durante muito tempo isso foi tudo que eu queria ter. Mas, hey, mãe… alguma coisa ficou pra trás; antigamente eu sabia exatamente o que fazer


Bendita internet! Ela, que passou por momentos bem contrastantes. Ora prejudicial, ora benéfica. Diversos programas de tv (sem querer manipular, claro que não) falavam ou ainda falam, de modo negativo, sobre a juventude e a internet. Não sei em que mundo eles vivem, mas é bem explícita a importância da internet na atual sociedade.

Acredito que a maior parte da população brasileira tenha acesso à internet, e para um estudante, ter um computador significa ter milhares de informações para deixar seus trabalhos mais completos. Além de que, pela internet, até os mais alienados acabam se conectando mais às notícias, seja pelo google, seja pelo wikipedia, ou até mesmo pelos “TT’s” do twitter.

Não só no quesito de estudos, mas também na comunicação, a internet é bastante útil. Há até aqueles que vivem soltando “maldita inclusão digital”, mas que de maldita não tem nada. Matar a saudade de amigos, ver familiares ou conversar de modo prático e de baixo custo era mesmo o que precisávamos.

Uma reação a rápida ascensão das novas tecnologias são as crianças, que, a partir de 3 anos (falo pelas minhas irmãs), já têm seus computadores e seus vícios. Com  tanta facilidade nesse início de vida, é nítido que elas mostram maior interesse pelas coisas da tendência, pela leitura, por querer aprender fazer contas de matemática mais rápido por causa dos jogos online etc.

E o mais atual caso, ou nem tanto, são as Revoltas Árabes. Revoluções combinadas a partir de redes sociais: quem imaginava?

O que preocupa grande parte da população (nossos queridos responsáveis) é o quanto esse vício pode prejudicar a sociabilidade da juventude fora da internet. Por essas e outras (que outras?), especialistas não se mostram com expectativas para o assunto, receosos quanto aos efeitos psicológicos que isso tudo pode gerar.

Mas fala sério, quem aqui ainda conseguiria viver sem um Google da vida?

… que trocam vidas por diamantes…

Muros, câmeras, grades, cadeados… tudo para nos trazer proteção. Mas nos proteger de quê senão de nós mesmos?

Um medo de ter medo; a não vontade de sair de casa por não saber se vai voltar; trancar todas as portas para ir dormir; encher de cacos de vidro os muros já altos da casa. Será que é tão agradável assim?

Considero esse tipo de “estilo de vida” como um medo que foi imposto de cima para baixo. Tornou-se tão normal nos depararmos com notícias tristes ao ligarmos a tv, que, ao pormos o pé pra fora de casa, é quase impossível não ficarmos apavorados. E o nosso tal direito de ir e vir? Na prática tudo vira bosta. Já que o governo não investe de forma suficiente na segurança pública, temos de ficar nos enchendo de cadeados e de cordões (para quem acredita em objetos) para nos sentirmos menos mal.

Como consequência disso, tem-se inúmeros casos de depressão e de suicídio, muitas vezes podendo diagnosticá-los por causa de insegurança ou “saco cheio” da vida, rs. afinal, o que se pode fazer tão a vontade com o medo em mente?

A violência é um fato irreversível, e sempre vai haver esse medo nas pessoas. O que se pode esperar de melhorias é uma menor manipulação da mídia, que apesar de toda uma realidade, percebe-se que ela vem usando de um modo exacerbado para obter cada vez mais audiência.

“Nas grandes cidades de um país tão irreal
Os muros e as grades nos protegem de nosso próprio mal.”

Vale a pena ouvir “De você” da Pitty

… que eu tenho um violão e nós vamos cantar…
… que eu tenho uma razão pra você não chorar…
… que eu tenho a impressão que o samba vem aí…

A urbanização está muito acelerada, trazendo consigo um grande fluxo de pessoas para as áreas urbanas e, assim, contribuindo para um crescimento desordenado e desorganizado das cidades.

Cercados de violência, nós, coagidos, exigimos que algo seja feito. Como quase tudo, pode-se relacionar tal problema também ao Sistema. Entretanto,  o índice de violência em relação a competência do poder público torna-se um despropósito, deixando-nos apenas na utopia espera de algo. É meio contraditório reclamar de tantos roubos por aí, já que o destino das críticas também é a um grupo que, de certa forma, está envolvido com corrupção.

“Miséria, fome e destruição. Abandono da população. Desigualdade e corrupção assolando a nação…”

É fácil demais fazer as UPP’s, até porque depois o perigo fica nos asfalto, né? Concordo que foi um primeiro passo, já que só planejando não aconteceria nada, mas poderiam então fortalecer a segurança aqui em baixo. A questão não é resolver os problemas das favelas, mas resolver problemas de uma cidade inteira. Infelizmente esse processo não é tão simples e não veremos, por exemplo, amanhã. Mas seria ideal começar logo, porque ficar empurrando com a barriga é que não vai dar certo. Eu acredito no utópico. Ficar pensando no “não vai dar certo”, realmente não vai dar. Mas ao tentar, no máximo vai continuar na mesma, mas aí poderemos falar “tentaram”.

…quem passa, nem liga; já vai trabalhar. E você, minha amiga, já pode chorar…

 

Vamos pedir pela segurança ao invés que pedir iPad barato.

“Eu sou a voz que você nunca ouviu. Mamãe, o beijo que nunca te traiu. Eu sou e quero ser como você. Serei seu maior presente… me deixa nascer!!”

Como tudo nesse mundo, jogar bebês em latas de lixo virou moda. Algo que comove qualquer um, por exemplo, a mim quando assisti ao Profissão Repórter.
Eu tinha um pensamento muito forte sobre isso. Jogou fora? Pena de morte. Mas, sabe… não é tão simples assim. Ninguém faz isso por pura maldade. Como diria Caetano Veloso, cada um sabe a dor e a delícia de ser o que é.  Só pra deixar MUITO claro, não sou a favor dessa atrocidade em circunstância alguma.

É fácil demais julgar uma mulher por ter abandonado seu filho, mas é muito difícil pegá-lo e criá-lo, né? Pra mim, dá no mesmo… se você vê uma criança abandonada e não adota, você está sendo tão “criminosa” quanto a que jogou. Talvez você pense “não tenho condições”. É… talvez seja esse o mesmo motivo da outra. Quantas vezes não agimos por impulso e depois nos arrependemos? Imagina como não deve ser querer seu filho de volta e não poder tê-lo por um ato errado cometido anteriormente? A justiça é assim.. justa com quem quer. A mãe pode ter errado uma vez, mas ela também pode se arrepender.

Acho uma hipocrisia quando a sociedade se choca diante de uma criança abandonada mas não se importa quando milhares de embriões e fetos são jogados no lixo semanalmente por uma verdadeira indústria do aborto. Qual é a diferença? Em ambos os casos se trata de crianças jogadas fora. Em ambos os casos se trata de coisas absurdas e inaceitáveis.

Mais uma vez, não acho justo uma mãe jogar seu filho numa lata de lixo, mas eu quis comparar com o aborto pra ver se as pessoas param com essa mania de sensacionalismo.

Ok, já podem desligar o botão da ironia.

Com mais um vídeo lançado na internet, temos agora um manifesto. Não, não é o Manifesto Comunista de Marx e Engels. É, simplesmente, um manifesto “burguesinho” de um jovem qualquer.
Sei que temos reclamado muito de a juventude -a sociedade toda, na verdade- ter se calado diante de fatos políticos, mas mais importante que isso é: se não tem nada bom a acrescentar, cale-se!

Quem não quer um menor preço? É hipocrisia dizer que não. Infelizmente não é tão simples assim, porque, se fosse, já teria sido resolvido. Na minha opinião, esse manifesto (oh, céus! que desrespeito a Marx e a Engels) foi um tanto quanto superficial. A partir do momento em que o Felipe Neto começou a xingar e reclamar de tudo (acho que no primeiro segundo de vídeo), já perdeu qualquer razão que poderia ter. Afinal, esse péssimo  Brasil em que vivemos exige pelo menos um pouco de educação, né? Ai, que papo contraditório!!

Antes de ficar estressado porque o joguinho de video game tá caro, é importante se perguntar o que se faz com o dinheiro que deveria estar indo pro social, pro serviço público… O que as pessoas realmente querem ao colocar nome, cpf e não sei mais o quê? Eles querem celular e iPad mais baratos.. sei lá, coisa bem americanóide.   A educação e a saúde que se fodam, né?

Não dá mesmo pra comparar Brasil com os EUA, e essa coisa de I ♥ NY já deu no saco. Enfim… é muito fácil mesmo diminuir os impostos: emprega lá e desemprega aqui. Claro… por que ninguém pensou nisso antes? Felipe Neto é mesmo um gênio! *palmas*

Agora todo mundo dando uma de militante comunista na frente do computador… ha ha ha. Quando ele tiver a brilhante ideia de propor um “Saúde Justa” , “Educação Justa” , “Segurança Justa” e tantos outros “Justos”, juro que coloco meu CPF lá.

Não entendo muito sobre isso e também não quero ser a reacionária, mas.. ah, foda-se. Boa sorte, Brasil. Caso o manifesto (risos) tenha êxito, favor, trazer uma Nikon D-90 pra mim.

– Tio, dá um trocado pra eu me alimentar?

É com essa petição que muitos são enganados. Infelizmente a boa vontade que temos nem sempre pode ser representada na prática; não por nós mesmos, mas por quem pede.
De jovens a velhos, cigarros e outras drogas têm tomado, quase que literalmente, a cabeça de muitos. Tornou-se a coisa mais normal do mundo encontrar crianças no semáforo, enquanto deveriam estar na escola ou brincando.

A sociedade, tomada pelo sentimentalismo, sente-se pressionada a ajudá-los – com dinheiro-. Essa, tomada também pelo comodismo, acha que é melhor entregar logo a esmola do que oferecer um lanche. Parte até pensa “antes pedindo do que roubando”; sim, claro… mas antes você alimentando-o do que arriscando-o a fazer outras coisas. É triste ter de duvidar das crianças ou jovens, porém é essa a nossa realidade. Antigamente, um prato de comida realmente bastava, mas hoje eles querem mais e mais e mais… se eles não têm dinheiro, o que pode mantê-los mais saciados? Drogas (não sou a favor da criminalização dessas, porém não é por isso que vou incentivar seu uso)!

Mas afinal, é só hoje… o que custa?

(…) No dia seguinte…

– Tio, dá um trocado pra eu me alimentar?


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