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Ouçam “3ª do plural – Engenheiros do Hawaii”

SOPA: stop online piracy act

A internet é um dos meios mais completos que temos hoje em dia para termos acesso a “diversão” e a muitas outras coisas. Através dela distintos objetivos foram alcançados, desde nos aproximar de amigos distantes a fazer com que organizassem protestos. E é a essa internet que estão querendo permitir um certo tipo de CENSURA.

Quantos cantores não conhecemos através do Youtube? Quantos filmes não baixamos pelo Megaupload? Eu, como fã declarada de uma artista, sou contra a pirataria, claro. Acontece que a internet, inegavelmente, é um meio de divulgação excelente e isso é bom até mesmo para os artistas. O que seria o Justin Bieber se não fosse o Youtube? E hoje ele é a favor da SOPA rs.  Ainda que com essa liberdade de downloads possam ser diminutas as vendas de cd’s e dvd’s, o que tivermos que comprar, compraremos. Posso ter tudo na internet, se me agradar, vou comprar. O acesso monetário é muito limitado. Querem que compremos tudo, mas quanto tá custando em média um livro hoje em dia? R$ 30,00.  Tem de ser visto os dois lados da moeda.

Não sou contra o combate a pirataria, mas o modo como estão lidando com isso acaba afetando outras redes que não estão diretamente ligadas. Se não conseguem controlar esse “crime”, que não censurem nosso entretenimento. Se em um blog ou fórum pode haver links “comprometedores” de downloads não autorizados, estes também podem ser retirados do ar segundo a SOPA.

Há, de certa forma, uma “guerra” entre os do poder e o povo. O grupo Anonymous, em protesto, vem hackeando inúmeros sites para que possam voltar atrás. Não sou a favor do “bombas para paz”, mas só assim eles verão que o povo é que tem a voz. Enquanto isso, vamos baixando tudo o que for possível. Brincadeira, hehehe.

“Aonde leva essa loucura?
Qual é a lógica do sistema?
Onde estavam as armas químicas?
O que diziam os poemas?
O tempo nos faz esquecer o que nos trouxe até aqui
Mas eu lembro muito bem como se fosse amanhã.”

Como sempre, o Brasil se vê na necessidade de fazer comparações aos EUA. O governo alega que, com a privatização, as estradas ficariam em melhores condições, como nos Estados Unidos (discurso infeliz de crianças “se ele tem, eu também tenho que ter”). Acontece que nos EUA, não só aquela estrada em que se passa pagando é boa, mas todas as outras.

Brasil, um país democrático. Claro. A privatização de estradas é pra quem quer uma estrada melhor… e se eu não quiser? Então eu não pago, oras. Por acaso há alguma via não privatizada na Ponte Rio-Niterói, por exemplo?

“Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade” .

“É livre a locomoção no território nacional em tempo de paz, podendo qualquer pessoa, nos termos da lei, nele entrar, permanecer ou dele sair com seus bens”.

E aí, pedágio? Ferindo a Constituição? Eita, Brasil contraditório!!

… que trocam vidas por diamantes…

Muros, câmeras, grades, cadeados… tudo para nos trazer proteção. Mas nos proteger de quê senão de nós mesmos?

Um medo de ter medo; a não vontade de sair de casa por não saber se vai voltar; trancar todas as portas para ir dormir; encher de cacos de vidro os muros já altos da casa. Será que é tão agradável assim?

Considero esse tipo de “estilo de vida” como um medo que foi imposto de cima para baixo. Tornou-se tão normal nos depararmos com notícias tristes ao ligarmos a tv, que, ao pormos o pé pra fora de casa, é quase impossível não ficarmos apavorados. E o nosso tal direito de ir e vir? Na prática tudo vira bosta. Já que o governo não investe de forma suficiente na segurança pública, temos de ficar nos enchendo de cadeados e de cordões (para quem acredita em objetos) para nos sentirmos menos mal.

Como consequência disso, tem-se inúmeros casos de depressão e de suicídio, muitas vezes podendo diagnosticá-los por causa de insegurança ou “saco cheio” da vida, rs. afinal, o que se pode fazer tão a vontade com o medo em mente?

A violência é um fato irreversível, e sempre vai haver esse medo nas pessoas. O que se pode esperar de melhorias é uma menor manipulação da mídia, que apesar de toda uma realidade, percebe-se que ela vem usando de um modo exacerbado para obter cada vez mais audiência.

“Nas grandes cidades de um país tão irreal
Os muros e as grades nos protegem de nosso próprio mal.”

Vale a pena ouvir “De você” da Pitty

A princípio, quando se prende um indíviduo, o intuito é reeducá-lo para mandá-lo de volta à sociedade. Infelizmente, não é isso o que presenciamos. Todos somos iguais perante a lei. Sim, somos, mas quando alguém do Sistema faz uma besteira ele vai se tornar diferente, não é mesmo, sociedade justa? Parafraseando George Orwell, uns são mais iguais que outros. Diferente do que se espera, os carcerários apanham e muitas vezes não têm a possibilidade de se reajustarem aqui fora. Não que eles sejam inocentes ou merecedores de dó, mas são merecedores de justiça. Não pelo ato que cometeram, mas por serem humanos. Será que se tudo fosse feito como deveria as prisões estariam assim? Espancá-los, deixá-los de lado e depois querer mandar ‘embora’ só vai causar revolta. Educar, mandar trabalhar, contratar psicólogos ou outros do gênero custa muito, né? Nossa segurança também custa!

A “justiça” também é falha na organização dos presos nas penitenciárias. Há uma enorme discrepância entre uma pessoa que mata por maldade e outra que rouba para sobreviver. Tenho de concordar que em ambos os casos a justiça deve ser aplicada, mas não julgá-los iguais diante de um crime. Igualando-os, percebe-se que não os pune nem recupera o infrator, potencializando suas condutas criminosas, já que não diferem suas periculosidades.

Abandoná-los e negligenciar seus direitos como cidadãos, apenas causa a impressão de que eles são marginalizados, não que eles foram reeducados. O encerramento do regime semi-aberto e a aplicação de penas alternativas são possíveis soluções para o sistema penitenciário, contando também com um interesse maior do governo.

… que eu tenho um violão e nós vamos cantar…
… que eu tenho uma razão pra você não chorar…
… que eu tenho a impressão que o samba vem aí…

A urbanização está muito acelerada, trazendo consigo um grande fluxo de pessoas para as áreas urbanas e, assim, contribuindo para um crescimento desordenado e desorganizado das cidades.

Cercados de violência, nós, coagidos, exigimos que algo seja feito. Como quase tudo, pode-se relacionar tal problema também ao Sistema. Entretanto,  o índice de violência em relação a competência do poder público torna-se um despropósito, deixando-nos apenas na utopia espera de algo. É meio contraditório reclamar de tantos roubos por aí, já que o destino das críticas também é a um grupo que, de certa forma, está envolvido com corrupção.

“Miséria, fome e destruição. Abandono da população. Desigualdade e corrupção assolando a nação…”

É fácil demais fazer as UPP’s, até porque depois o perigo fica nos asfalto, né? Concordo que foi um primeiro passo, já que só planejando não aconteceria nada, mas poderiam então fortalecer a segurança aqui em baixo. A questão não é resolver os problemas das favelas, mas resolver problemas de uma cidade inteira. Infelizmente esse processo não é tão simples e não veremos, por exemplo, amanhã. Mas seria ideal começar logo, porque ficar empurrando com a barriga é que não vai dar certo. Eu acredito no utópico. Ficar pensando no “não vai dar certo”, realmente não vai dar. Mas ao tentar, no máximo vai continuar na mesma, mas aí poderemos falar “tentaram”.

…quem passa, nem liga; já vai trabalhar. E você, minha amiga, já pode chorar…

 

Vamos pedir pela segurança ao invés que pedir iPad barato.

Clique na imagem para ampliá-la.

Para dar início ao post, uma parodiazinha idiota que eu e meus amigos fizemos para um trabalho de Sociologia, explicando o que é a Cultura Erudita:

“Eu quis escrever uma canção que pudesse te fazer saber
Que a Cultura Erudita exclui a mim e a você
Ela é feita pela própria classe alta e aproveitada por si mesma
Acaba excluindo as mais baixas e ela se auto-destaca
Por exemplo, tem a ópera que é muito cara e pobre, lá, não entra 

E eu não faço parte desse grupo seleto, desse grupo pequeno… sou excluído!

Como se fosse dividida em castas, deixa a sociedade alienada
Lá no teatro, que é caro, eu não entro por causa do preconceito que enfrento
(…)” 

Como já sabemos, o Teatro e a Ópera, infelizmente, não são facilmente acessíveis. Embora pensem que não, com certeza há quem goste da cultura erudita. Quantas vezes já não programei de ir a um concerto com meu pai mas não pudemos ir pois sairia muito caro pra nós dois. Quantas vezes já não programei de ir a uma peça de teatro com uns amigos mas o cinema saiu, incomparavelmente, mais barato…
Os adultos reclamam do atual gosto musical de jovens, por exemplo. Porém, quando um que gosta de coisa boa decide ir ao show da Ana Carolina (falta pouco!!!) tem de pagar quase 100 reais para assisti-la, enquanto as bandinhas coloridas cobram, no máximo, 30. É difícil… quase sem opção.

Mais triste que isso tudo é perceber que os livros têm se tornado uma cultura quase erudita. Sim, os livros… meus queridos livros. Já foi o tempo em que com 50 reais eu comprava 2 livros e sobrava um trocado pra passagem. Com 50 reais eu compro um e olhe lá. Sorte nossa que existe a http://estantevirtual.com.br
Tenho visto inúmeros adolescentes interessados por leitura – mesmo sendo leitura estilo Meg Cabot – mas que se deparam com uma grande dificuldade ao adquirir o livro.
Foi triste eu chegar na Saraiva para comprar “A casa da mãe Joana” e o vendedor me falar que estava R$62.00. Pensei que ele estivesse brincando, mas, infelizmente, não estava. E agora? O que fazer? Questionar a Cultura? Reclamar de jovens alienados? Tá difícil!

Que tal um “Preço de livros JUSTO”? hahah Juro que vou parar com esse meu debochezinho.

” – Há pessoas tão pobres, mas tão pobres, que só têm dinheiro.”
Sucesso: todos querem. Como atingi-lo? As maiores probabilidades são quando se tem dedicação, sorte e, também, um quê na hereditariedade. Porém, não é uma receita. O sucesso pra você é necessária ou dispensável? O que você entende como sucesso?

Desde os sonhos mais primórdios de ter sucesso apenas por ser popular na escola a sonhos utópicos de governar uma importante empresa multinacional, há essa bendita palavra no dicionário de cada um. Muitos almejam, mas não se pode, simplesmente, adquiri-lo. É uma consequência, não objetivo.

O fracasso é mais imediato que o sucesso, já que esse último exige mais humildade e paciência. As pessoas precisam encarar o fracasso como algo temporário, não um revés permanente. O fracasso, apesar de tudo, traz a todos grandes ensinamentos e, numa próxima batalha, saber-se-á em que não se pode mais cometer erros.

O sucesso, porém, tem como seu significado suceder algo e, no caso, o fracasso. Mas aquele não se concretiza a quem está totalmente acomodado, mas ao que está, no mínimo, se esforçando. Atrelado a isso, depende-se bastante do ponto de vista do que é o sucesso. Quem é mais realizado: um executivo que fecha mais um grande negócio ou um alcoólatra que completa 24 horas sem beber?

Claro que existem aqueles que mexem um dedinho para ficarem ricos, e aqueles que trabalham feito loucos apenas para ter o suficiente- quase faltando. Existem também os de sorte, que ganham em jogos… Mas o que importa é: você tá feliz assim?

“- Quanto vale seu filho?
– Não tem preço.
– Então és o mais rico dos homens.”


Sigam-me os bons :)

  • Queria faltar amanha mas deve ser decidido o horario pra começar a ir na creche aaaa 1 hour ago
  • Enfim to fodida p acordar p aula amanha rs ainda to toda machucada com bolha no pé e sinusite vindo p foder 1 hour ago
  • Qinda usa de chantagem emocional 1 hour ago
  • Respeita meu cansaço ou minha simples falta de vontade sla n pode ser tao dificil 1 hour ago
  • Posso até ceder, mas vai ser alguem de qm vou querer smp me afastar 1 hour ago
  • eu n suporto qnd nao aceitam meu não e ficam insistindo, me sinto mt mal 1 hour ago