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… que trocam vidas por diamantes…

Muros, câmeras, grades, cadeados… tudo para nos trazer proteção. Mas nos proteger de quê senão de nós mesmos?

Um medo de ter medo; a não vontade de sair de casa por não saber se vai voltar; trancar todas as portas para ir dormir; encher de cacos de vidro os muros já altos da casa. Será que é tão agradável assim?

Considero esse tipo de “estilo de vida” como um medo que foi imposto de cima para baixo. Tornou-se tão normal nos depararmos com notícias tristes ao ligarmos a tv, que, ao pormos o pé pra fora de casa, é quase impossível não ficarmos apavorados. E o nosso tal direito de ir e vir? Na prática tudo vira bosta. Já que o governo não investe de forma suficiente na segurança pública, temos de ficar nos enchendo de cadeados e de cordões (para quem acredita em objetos) para nos sentirmos menos mal.

Como consequência disso, tem-se inúmeros casos de depressão e de suicídio, muitas vezes podendo diagnosticá-los por causa de insegurança ou “saco cheio” da vida, rs. afinal, o que se pode fazer tão a vontade com o medo em mente?

A violência é um fato irreversível, e sempre vai haver esse medo nas pessoas. O que se pode esperar de melhorias é uma menor manipulação da mídia, que apesar de toda uma realidade, percebe-se que ela vem usando de um modo exacerbado para obter cada vez mais audiência.

“Nas grandes cidades de um país tão irreal
Os muros e as grades nos protegem de nosso próprio mal.”

Vale a pena ouvir “De você” da Pitty

A princípio, quando se prende um indíviduo, o intuito é reeducá-lo para mandá-lo de volta à sociedade. Infelizmente, não é isso o que presenciamos. Todos somos iguais perante a lei. Sim, somos, mas quando alguém do Sistema faz uma besteira ele vai se tornar diferente, não é mesmo, sociedade justa? Parafraseando George Orwell, uns são mais iguais que outros. Diferente do que se espera, os carcerários apanham e muitas vezes não têm a possibilidade de se reajustarem aqui fora. Não que eles sejam inocentes ou merecedores de dó, mas são merecedores de justiça. Não pelo ato que cometeram, mas por serem humanos. Será que se tudo fosse feito como deveria as prisões estariam assim? Espancá-los, deixá-los de lado e depois querer mandar ‘embora’ só vai causar revolta. Educar, mandar trabalhar, contratar psicólogos ou outros do gênero custa muito, né? Nossa segurança também custa!

A “justiça” também é falha na organização dos presos nas penitenciárias. Há uma enorme discrepância entre uma pessoa que mata por maldade e outra que rouba para sobreviver. Tenho de concordar que em ambos os casos a justiça deve ser aplicada, mas não julgá-los iguais diante de um crime. Igualando-os, percebe-se que não os pune nem recupera o infrator, potencializando suas condutas criminosas, já que não diferem suas periculosidades.

Abandoná-los e negligenciar seus direitos como cidadãos, apenas causa a impressão de que eles são marginalizados, não que eles foram reeducados. O encerramento do regime semi-aberto e a aplicação de penas alternativas são possíveis soluções para o sistema penitenciário, contando também com um interesse maior do governo.

– Tio, dá um trocado pra eu me alimentar?

É com essa petição que muitos são enganados. Infelizmente a boa vontade que temos nem sempre pode ser representada na prática; não por nós mesmos, mas por quem pede.
De jovens a velhos, cigarros e outras drogas têm tomado, quase que literalmente, a cabeça de muitos. Tornou-se a coisa mais normal do mundo encontrar crianças no semáforo, enquanto deveriam estar na escola ou brincando.

A sociedade, tomada pelo sentimentalismo, sente-se pressionada a ajudá-los – com dinheiro-. Essa, tomada também pelo comodismo, acha que é melhor entregar logo a esmola do que oferecer um lanche. Parte até pensa “antes pedindo do que roubando”; sim, claro… mas antes você alimentando-o do que arriscando-o a fazer outras coisas. É triste ter de duvidar das crianças ou jovens, porém é essa a nossa realidade. Antigamente, um prato de comida realmente bastava, mas hoje eles querem mais e mais e mais… se eles não têm dinheiro, o que pode mantê-los mais saciados? Drogas (não sou a favor da criminalização dessas, porém não é por isso que vou incentivar seu uso)!

Mas afinal, é só hoje… o que custa?

(…) No dia seguinte…

– Tio, dá um trocado pra eu me alimentar?

A intolerância na sociedade se tornou frequente, e a população está se excedendo ao julgar as pessoas conforme seu ponto de vista. A situação está tão banal, que agressões verbais e físicas são comuns, sobretudo direcionada ao homossexualismo e ao racismo.

Por uma falha na educação, as pessoas estão precipitando suas opiniões e, por não aceitarem o diferente, julgam-no como certo ou errado, marginalizando o indivíduo. dessa forma, se faz necessária a interferência de leis severas.

Embora as leis severas não solucionem diretamente o problema da intolerância, tanto homofóbica quanto racista, na sociedade, é através delas que se torna possível uma amenização de atitudes preconceituosas. Multas e trabalhos sociais devem ser pensados pelos governantes, a fim de torná-los constitucionais.

A inferiozação de homossexuais e pessoas negras feita pela maioria da sociedade é incoerente diante do estado democrático em que se vive. Logo, frente à resistência de mudança dos atos intolerantes de parte da população, medidas punitivas devem ser consolidadas para haver um controle de agressões físicas e verbais, explicitando, assim, a diferença entre preconceito e discriminação.

Cada um pensa o que quiser, gosta ou desgosta conforme sua opinião, mas isso não lhes dá o direito de ofender ou agredir ninguém.

Os jovens de antigamente, vistos como rebeldes, exerciam um papel fundamental na política: transformação. Iam às ruas e reivindicavam contra a ditadura. Jovens de hoje, lastimavelmente, apresentam um grande desinteresse político. Esse grupo social, ao rever tal situação, conseguiria despertar o sentimento de necessidade de promover mudanças e de propor soluções para os problemas sociais?

Diferentemente do que se presencia, os jovens deveriam participar mais dos assuntos políticos, cobrando os direitos aos políticos eleitos. Infelizmente, a juventude atual visa a outros interesses, priorizando seus bens e negligenciando, assim, a existência política. O motivo disso tudo vem, principalmente, de tanto presenciarem escândalos e infortúnios por parte de quem deveria dar exemplo. Dessa forma, jovens perdem a capacidade de indignação (+ ação!)

Apesar de ser sabido em todo o mundo o péssimo engajamento de jovens com a política, é indiscutível que há, em sua minoria, jovens que se opõem a essas posições, lutando pelo que se deseja e evidenciando suas forças de vontade, Então, não há, de fato, uma total alienação política, mas sim um menor envolvimento do que acontece em nossos meios.

A rebeldia dos jovens, que antes era tão mal vista pela sociedade, não possuindo a mesma força devido à descrença da própria juventude, tornou-se abafada por esse posicionamento preconceituoso. Por isso, hoje, a expressão política é vista em menor escala.

“Eu vejo a vida melhor no futuro. Eu vejo isso por cima de um muro de hipocrisia, que insiste em nos rodear.”

– Os jovens sempre criticaram a loucura dos adultos. Independentemente dos excessos cometidos pelo movimento hippie e pela contracultura, eles representaram a reação da juventude contra os líderes sociais que queriam enfiar goela abaixo da população suas insanidades. Mas onde estão os jovens idealistas? Os que lutam pelos seus direitos? Os “rebeldes” que acusam as aberrações do sistema social? Pela primeira vez foram calados. O veneno do sistema foi tão penetrante e eficiente na era digital que os entorpeceu. Como dependentes, eles o querem em doses cada vez maiores.

O Semeador de Ideias



Por falácia, sabemos como é o Ensino Público no Brasil: desorganizado, com professores desmotivados por causa da baixa remuneração, alunos desinteressados, péssima qualidade, não-investimento do governo, entre outras coisas… Talvez possa-se afirmar tais fatos por ninguém saber de casos assim: “filhos de políticos estudam em colégios públicos.”

Mas… de quem é a culpa do fracasso no Ensino Público? Seria uma culpa total do governo?

A sociedade tem que tomar pra si a responsabilidade de reivindicar ao Estado que a educação dada a seus filhos seja de qualidade, e não aceitar se não for (O comodismo também é um dos principais fatores para a decadência do Ensino).
Quando deram fim nas repetências, a obrigação dos pais era de ir reclamar. Se seus filhos não têm capacidade de avançar, por que estão diplomando analfabetos? Mas, por eles, seu único dever é matriculá-los numa escola…

Qual o estímulo que recebe uma criança que passa a manhã inteira trabalhando e ainda tem que ir para o colégio à tarde? Realmente, nenhum. Esse aluno vai estar mais preocupado em ir pro colégio para receber sua comida do que com os seus estudos.

Se os pais direcionassem os filhos, e esses mostrassem interesse pelos estudos, será que os professores, mesmo mal pagos, não se sentiriam mais incentivados a dar boas aulas? Mais cedo ou mais tarde, isso acabaria num ciclo, e o governo talvez mexesse um dedo a mais no salário de seus empregados.

Não querendo isentar o Governo disso tudo -claro que não-, mas afinal, deve-se educar jovens analfabetos ou a sociedade ignorante?

Governo inerte. Sociedade acomodada. Menores esquecidos e abandonados.
Suas brincadeiras infantis tornam-se trabalho. Trabalho escravo, trabalho sexual, trabalho paterno…
O que a mídia divulga? O que se vê por trás das câmeras? O que se vê além de um Jornal Nacional? O que se sabe, de fato, sobre o próprio país? Pior cego é o que não quer ver…

Enquanto os flashes focam o futebol ou a moda e você os acompanha, a cidadania fica esquecida. Enquanto os flashes miram uma casa que desabou, uns continuam a chorar porque nunca tiveram uma… e esses não são ajudados. Por que tanta discrepância? Não somos todos humanos? Não merecemos todos uma casa?

Um país que tanto fala em combate a fome, mas proibi um morador de rua de entrar em locais públicos (digamos assim) para tentar conseguir a ajuda de uma boa alma, já que o governo não o faz.

Frio, fome, sede, sem-teto, destruição, sofrimento, miséria… mas calma que no final do ano tem o Fome-Zero… o amor deveria inundar o coração das pessoas em todo o tempo.

Se daqui a pouco um desses menores sem oportunidade alguma de sobrevivência sacam uma arma pra você, ele perde toda a razão que um dia nunca teve. Esse é o país que tenta combater a violência.

Acima de qualquer questão política ou social, CADÊ O AMOR?


Sigam-me os bons :)

  • Queria faltar amanha mas deve ser decidido o horario pra começar a ir na creche aaaa 1 hour ago
  • Enfim to fodida p acordar p aula amanha rs ainda to toda machucada com bolha no pé e sinusite vindo p foder 1 hour ago
  • Qinda usa de chantagem emocional 1 hour ago
  • Respeita meu cansaço ou minha simples falta de vontade sla n pode ser tao dificil 1 hour ago
  • Posso até ceder, mas vai ser alguem de qm vou querer smp me afastar 1 hour ago
  • eu n suporto qnd nao aceitam meu não e ficam insistindo, me sinto mt mal 1 hour ago