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Por falácia, sabemos como é o Ensino Público no Brasil: desorganizado, com professores desmotivados por causa da baixa remuneração, alunos desinteressados, péssima qualidade, não-investimento do governo, entre outras coisas… Talvez possa-se afirmar tais fatos por ninguém saber de casos assim: “filhos de políticos estudam em colégios públicos.”

Mas… de quem é a culpa do fracasso no Ensino Público? Seria uma culpa total do governo?

A sociedade tem que tomar pra si a responsabilidade de reivindicar ao Estado que a educação dada a seus filhos seja de qualidade, e não aceitar se não for (O comodismo também é um dos principais fatores para a decadência do Ensino).
Quando deram fim nas repetências, a obrigação dos pais era de ir reclamar. Se seus filhos não têm capacidade de avançar, por que estão diplomando analfabetos? Mas, por eles, seu único dever é matriculá-los numa escola…

Qual o estímulo que recebe uma criança que passa a manhã inteira trabalhando e ainda tem que ir para o colégio à tarde? Realmente, nenhum. Esse aluno vai estar mais preocupado em ir pro colégio para receber sua comida do que com os seus estudos.

Se os pais direcionassem os filhos, e esses mostrassem interesse pelos estudos, será que os professores, mesmo mal pagos, não se sentiriam mais incentivados a dar boas aulas? Mais cedo ou mais tarde, isso acabaria num ciclo, e o governo talvez mexesse um dedo a mais no salário de seus empregados.

Não querendo isentar o Governo disso tudo -claro que não-, mas afinal, deve-se educar jovens analfabetos ou a sociedade ignorante?

O que se deve avaliar quando quer aprovar ou não um estudante? Sua capacidade mental ou sua raça?

Bom, com as cotas raciais o que se dá a entender é que os negros são inferiores aos brancos. Como eles querem acabar com o preconceito se eles mesmos levantam o maior exemplo disso?
Talvez, ao avaliar a escolaridade precária, seria até um pouco mais válido. Entretanto, nem com essas Cotas eu concordo igualmente. O governo tá usando a Cota como um “tapa-buraco”, no furo que tem o ensino público. Ao invés de aprovar um aluno menos capacitado que outro, poderiam investir mais no ensino público, pra que ninguém precisasse de cotas… é, vai falar isso pra eles, rs.

E quanto a lei que diz que TODOS SOMOS IGUAIS PERANTE A LEI?! O que ela significa agora? NADA!  Essa acepção de pessoas por raça não permite que a lei se faça real na prática. Se fôssemos iguais, negro não teria “exclusividade”. E os brancos, cadê a cota deles?

Os negros não são menos inteligente que os brancos, nem os brancos menos inteligente que os negros. Se parássemos pra avaliar a cota Racial, o branco, no mínimo, estaria sendo vítima de preconceitos, pois não estaria tendo uma oportunidade extra. Mas o que acontece nesse Brasil de encantos mil? Nada com o branco é preconceito! E eles que estão certos. A minha tese é que o preconceito está na cabeça de quem quer.

O branco não vai sair reclamando se o chamarem de “Branquelo”, mas se alguém chamar um negro de “Negão”, ele vai querer seus direitos.. sei lá quais são. Não é a tua cor? Então por que é preconceito? Os negros são os próprios preconceituosos, e por isso que agora estão (estamos) sendo desvalorizados com essa imposição de cotas, que, implicitamente, nos expõem inferiores.

Embora  a maior parte da população, constantemente, discuta sobre drogas, ainda não é possível se posicionar.
Que as drogas não são uma parada legal, concordo, mas, criminalizar? Será que é preciso isso tudo se for apenas para uso pessoal?
Quando se levanta a questão do vício, é contra argumentado por estudos que comprovam que os efeitos da maconha no organismo se equivalem aos do álcool, que é aceito por quase todos. Morrem mais pessoas por consumo de bebidas alcoólicas e cigarro do que por outras drogas. Então, para que tanta discrepância?
Cada pessoa sabe o que faz da sua vida, e sabem também o quanto as drogas fazem mal. Então, desde que não esteja afetando outra pessoa, cabe a ele decidir se usará ou não.
O fato é que existe um número muito grande de pessoas que são a favor, e um número tão grande quanto das que são contra. De maneira democrática, decidir o que fazer ou não seria mais difícil. Cabe então a alguém – com um alto “poder”, digamos assim- tomar uma posição que seria definida depois de analisar bastante a situação.

O que vocês acham? Descriminalizar ou criminalizar?

Vida a partir de quando? Grande polêmica nunca resolvida. Abortar ou não?
Direito a vida é algo que todos temos. Inquestionável!
Mas a questão é que, na hora de fazer, todos fazem, mas, na hora de se responsabilizar, não tão nem aí. Faz e joga fora, né?
Não consigo ser a favor do aborto em nenhum caso… “É melhor não nascer do que morrer de fome”. Não acho. Muitas pessoas têm amor a vida e lutam por ela, até mesmo pelas necessidades que já passaram. Lutam por seus objetivos e não morrem de fome. “Não tenho capacidade para cuidar”. Primeiramente, o clichêzão: pense nisso quando estiver na cama. Depois: Vejo muitos orfanatos por aí. É maldade, sim… e matar não é? Às vezes -muitas, quero dizer-, crianças dão sorte e família amorosas adotam. É lamentável o número de mães que querem ter filhos e não podem e, enquanto isso, há muitas alienadas por aí brincando de dilacerar vidas. “Estupro”. Bom, agora é a hora em que fico vulnerável. Acho que, nesse caso, se quiser abortar, aborta.. talvez seja um peso que não queira ser lembrado. E , assim como a criança, você também não teve culpa. Mas eu, particularmente, deixaria a criança nascer. Amor de mãe é amor de mãe. Teria e daria a alguém que quisesse muito. Ou não. Depois que nascesse talvez não conseguisse mais desgrudar. O amor cobre as mágoas.

Vejo muitas mães jovens por aí e, muitas delas, sem condições. Porém,  responsáveis. Talvez nunca tivessem tido dinheiro para sustentar a si mesma, mas como consequência do erro, hoje em dia estão se virando aí para conseguir para dois. É um sacrifício, sim. Sacríficio necessário -obrigatório, leia-.

Ninguém tem o direito de tirar a vida de outro ser. Se for assim, vamos descriminalizar o assassinato.  Se posso matar alguém indefeso, que nada me fez, por que não posso matar alguém que, de certa forma, me incomoda?

E vocês, são contra ou a favor? Sem xingamentos nem morte, por obséquio.

O processo eleitoral deveria caracterizar a cidadania de cada pessoa. Entretanto, o ato de votar para eleger representantes políticos marca uma atitude hipócrita ao destacar a alienação e o comodismo dos votantes e o interesse próprio dos votados.

As pessoas têm a concepção de que independe do político para que haja uma mudança e então, deixam de ouvir, falar e participar dos acontecimentos políticos, justificando-se com o antigo argumento de que, por não haver opção, tanto faz em quem vai votar e, assim, continuam a ser enganados.

Embora a maior parte da população tenha esse pensamento, o quadro eleitoral apresenta, porém, opções. As pessoas querem conhecer os políticos apenas em época de propaganda eleitoral, com a equivocada presunção de que, pela boa fala, saberão quem é honesto, negligenciando, assim, as alternativas partidárias. Os políticos, por sua vez, se favorecem dessa negligência para proveito próprio, como o desvio de verbas.

As principais dificuldades para escolher um candidato no atual quadro político brasileiro são o comodismo das pessoas e a corrupção dos eleitorados. Diante disso, o voto não se presta à função essencial de caracterizar a cidadania de cada pessoa, tornando-se apenas um símbolo de falsa democracia.