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Onde está o amor? Você é capaz de responder essa pergunta?

Todos vivem se perguntando “Onde está o amor?”, mas será que esses mesmos têm amor para distribuir e questioná-lo?

Embora muitos venham cometendo crimes absurdos que nos fazem duvidar do amor, ainda há esperança. Alguns ainda querem questionar sobre Deus, mas nesse caso eu não vou entrar pois acho que é apenas uma fuga para aqueles que não têm argumentos.

Neste último sábado, meu colégio realizou um evento Semana de Conscientização Social  em que todas as turmas de todas as unidades paravam para ajudar pessoas necessitadas, em orfanatos, asilos ou quaisquer outros lares.

Arrecadamos muitas doações -comidas, brinquedos, roupas…- para levarmos aos necessitados. Nos surpreendemos com tudo o que conseguimos. Uma quantidade significativa. Além disso, tiramos a nossa manhã para dar atenção a cada um deles, e, com certeza, o sorriso de cada um ali foi recompensa.

Essas ações parecem piegas nos dias de hoje, mas são essas ações que fazem a diferença. E mesmo que nós tivéssemos pensado que o nosso pouco não ia ajudar, vimos que superamos MUITO as nossas expectativas. É lástimável que as pessoas não façam mais isso. Ou desacreditam no resultado, ou não têm tempo, ou não querem… e ainda se perguntam “onde está o amor?”
Eu sei onde está o amor. O amor continua intacto dentro de você, mas você usa se quiser. É questão de boa vontade, é questão de ação, porque as palavras nem sempre mudam muita coisa. Quando pararmos de prometer e começarmos a agir, aí sim veremos resultados.

Nessa terra de gigantes
Que trocam vidas por diamantes
A juventude é uma banda
Numa propaganda de refrigerantes

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Não é porque sou criança que não sofro. Nem todos os meus sentimentos são besteiras. Não é porque tenho 7 anos que não sei o que é dor de verdade. Não é só porque estou chorando que estou de manha.

Quero gritar, chorar, expor o que penso. Queria uma família. Queria que a minha avó tivesse tempo pra mim. Queria ter alguém com quem brincar de carrinho. Queria não ter visto a cena em que meu pai matou minha mãe e logo após foi preso. Queria não ter sido molestado. Queria não ter motivos para pensar em morte… mas quem vai me entender? A quem tenho eu senão a mim mesmo?

Como dizem meus tios: só nasci para atrapalhar tudo. Eu sou uma droga! Eu não sirvo pra nada, senão dar trabalho. Quero poupá-los disso. Quero deixá-los feliz.

Tudo pra mim é desgraça. Não posso ir à rua com meus amigos para jogar bola, pois tenho que arrumar a casa. No dia das crianças, pedi um carrinho ao meu pai, mas tudo o que ele me deu foi uma blusa nova -daquelas listradas, que tem na prisão-, e ainda disse para eu não ser ingrato. Queria uma namorada, pra ir pra escola de mãos dadas com ela. Mas nem à escola eu vou.
Pensei que ter namorada era legal, mas meu pai me mostrou o que elas fazem. Mostrou na prática. Doeu. Foi nojento. Eu não quero mais ter uma namorada.

Eu odeio a minha vida. Ou eu morro ou eu vivo com a morte dentro de mim.
Mas… o que é mesmo a morte?
Lembro-me que um dia minha mãe me falou que depois que morremos íamos a um lugar lindo… no céu. CARACA! No céu.. eu nunca cheguei nem perto. Ela também me disse que lá não havia sofrimento, mas sim uma paz inexplicável. Mas ela me disse que é só depois que a gente morre… sabe, é pra lá mesmo que eu quero ir.

Minha inocência perdida, ah! Pai, meu monstro. Eu ainda te amo, mas odeio lembrar de tudo o que você fez. Só te perdôo pois sei que enviastes minha mãe a um lugar perfeito… sei que não foi por mal. Pelas coisas que foi comigo.. bom, eu devo mesmo merecer. Sou um péssimo filho.
Pra onde vai minha alma eu não sei. Minha mãe um dia me explicou uma coisa dessas mas eu não me lembro muito bem… eu acho que estou acorrentado à minha própria alma.
Meu sangue… nele que eu me afoguei.

Gritos:  “Socorro! Salve-me do perigo que é viver.. eu não aguento mais isso. Alguém me ajuda. Quero ser feliz…”
Silêncio…

Só quero matar minha dor. Não chorem. Não me enterrem. Não quero deixar marcas em um mundo que nunca me notou. Chega de palavras, pois estas também irão se perder com o tempo.

Eu amo todos vocês,

Ass: a ovelha negra da família

Solidão tem corpo
braço e perna
e me mostra
a janela.

Sim, escrito por mim. Apenas quis narrar no papel de uma criança, embora tenha ficado forçado.

Uma voz surgiu do escuro, apontado-me defeitos e erros, e dizendo-me para desistir. Meus sonhos? Utopias! Todos inalcançáveis… Acho que era uma voz vinda das paredes… elas falavam comigo.

Eu ouvia choros e ranger de dentes. Eu ouvia alguém batendo na porta, mas quando eu abria, não era ninguém. Eu ouvia gritos e sussurros. Eu pensei estar no inferno.

Mãos me tocavam, me puxavam, me agrediam, me torturavam. Eu queria correr mas eu estava presa em algum lugar. Ou na cama, ou presa dentro de mim -não sabia ao certo-.

Minhas lágrimas, ora geladas ora quentes. Minh’alma, se estava comigo ou não eu já não sabia. Mas doía. Algo doía e eu não sabia porquê, nem de onde vinha.. nem exatamente aonde doía. Eu só queria sair dali, mas algo me impedia.

Eu sentia uma luz, mas só via escuridão. Era essa a minha vida: sombria.

Algo me tocou e eu pude sentir. Era a minha mãe me chamando pro jantar. “Ufa, foi só um pesadelo”. A sensação naquela hora foi de um copo d’água gelado na minha cara. Logo mais, voltei ao quarto para tentar dormir novamesnte.

Foi só ali que eu entendi que não era um sonho. Era tudo real, acontecia dentro de mim. Eu sonhei que estava sonhando, mas não estava. Eu pensei sonhar que estava com medo, mas eu realmente estava com medo. Aquela era a minha vida e eu nada podia fazer pra consertá-la.

A fera que eu pensei ser imaginária era real. O pesadelo era real. As dores, os gritos. Eu… minha vida… e agora já era tarde para qualquer coisa, eu já estava consumida por algo que eu nem conhecia direito.

“Monsters are real and ghosts are real too. They live inside us, and, sometimes, they win.”

Pode-se perceber, com frequência, o consumo desenfreado de produtos não-duráveis nos nossos meios sociais. São muitos os casos em que se presencia o uso excessivo e desnecessário desses produtos e, posteriormente, seu descarte errôneo, que afetam o meio ambiente.

O ecossistema sofre as consequências dos atos cometidos pela sociedade, como a radiação e o longo tempo de degradação de aparelhos eletrônicos e objetos de plástico. Diante disso, tornou-se normal se deparar com notícias drásticas sobre o planeta Terra e, devido a essa banalização, as pessoas erram ao negligenciar as providências que devem ser tomadas.

A influência que a mídia exerce a respeito do consumo tem um forte valor sobre tal problemática. Pelo fato de o produto não ser durável, é necessária a sua constante aquisição. Essa rotatividade intensa compromete mais ainda o planeta, pois se produz e se consome mais, desconsiderando o tempo longo de degradação que, se for comparado ao tempo de uso, se torna um despropósito.

Diante do uso inevitável desses produtos não-duráveis, cabe aos fabricantes um maior aprofundamento em pesquisas sobre itens biodegradáveis, e aos consumidores o papel de se conscientizarem e incorporarem tais descobertas na prática.

 

O motivo do meu pranto é o mesmo do meu riso
Se tua dor e tua sorte é o que mais almejo
Não há quem duvide de que com duas bocas separadas
……………………………………………………………….[faça-se um beijo
E que de por seu corpo despedaçado me regozijo

Do vento forte fez-se a calma
Despertando mais uma chama
Tocou-nos fundo na alma
Disseminando nosso drama

De repente, não mais que de repente
O que antes afligia veio agora me afagar
E de distante fez-se presente

Tão juntos que foi exorbitante
Fez-se da vida um motivo para celebrar
De repente, não mais que de repente.

Por Natália Nunes

” – Há pessoas tão pobres, mas tão pobres, que só têm dinheiro.”
Sucesso: todos querem. Como atingi-lo? As maiores probabilidades são quando se tem dedicação, sorte e, também, um quê na hereditariedade. Porém, não é uma receita. O sucesso pra você é necessária ou dispensável? O que você entende como sucesso?

Desde os sonhos mais primórdios de ter sucesso apenas por ser popular na escola a sonhos utópicos de governar uma importante empresa multinacional, há essa bendita palavra no dicionário de cada um. Muitos almejam, mas não se pode, simplesmente, adquiri-lo. É uma consequência, não objetivo.

O fracasso é mais imediato que o sucesso, já que esse último exige mais humildade e paciência. As pessoas precisam encarar o fracasso como algo temporário, não um revés permanente. O fracasso, apesar de tudo, traz a todos grandes ensinamentos e, numa próxima batalha, saber-se-á em que não se pode mais cometer erros.

O sucesso, porém, tem como seu significado suceder algo e, no caso, o fracasso. Mas aquele não se concretiza a quem está totalmente acomodado, mas ao que está, no mínimo, se esforçando. Atrelado a isso, depende-se bastante do ponto de vista do que é o sucesso. Quem é mais realizado: um executivo que fecha mais um grande negócio ou um alcoólatra que completa 24 horas sem beber?

Claro que existem aqueles que mexem um dedinho para ficarem ricos, e aqueles que trabalham feito loucos apenas para ter o suficiente- quase faltando. Existem também os de sorte, que ganham em jogos… Mas o que importa é: você tá feliz assim?

“- Quanto vale seu filho?
– Não tem preço.
– Então és o mais rico dos homens.”

É um engodo a concepção de que se deve ter em mente, desde pequeno, o que vai ser quando crescer. Por conta da imaturidade e por ter todos os caminhos ainda abertos à sua frente, o indeciso tem todas as possibilidades de fazer uma nova escolha. Para organizar melhor as reflexões do filho, os  pais, sem interferir imediatamente na escolha, devem aconselhá-lo e informá-lo sobre as profissões existentes.

Os pais possuem um papel fundamental na vida dos filhos, principalmente, quando se trata da intervenção em alguma decisão definitiva, como faculdades, que, se feita equivocadamente, acarretará consequências prejudiciais tanto na vida pessoal, quanto na profissional. No próprio processo de vida do jovem, os pais interferem desde o começo, o que é inevitável. O problema consiste no papel ocupacional que os pais impõem, ou quando contrário, há excesso de liberdade, em que acabam se omitindo quanto a ajuda que devem oferecer aos filhos.

Eu, por exemplo, estou no 2º do EM, e estou ficando louca por não decidir o que fazer. Vou fazer ENEM e outras provas esse ano, porém, não tenho nada fixo em mente. Meu sonho é fazer LETRAS e CIÊNCIAS POLÍTICAS, entretanto, não sei falar em público, e não sei se conseguiria ser professora por causa disso. As outras profissões que a área oferece, não me agradam. Meus pai, por seguirem a carreira de  engenharia e arquitetura, são totalmente contra a minha escolha. Mas eu já deixei claro que vou fazer o que eu gostar, e o dinheiro será consequência de meu trabalho.

Antes de tudo, deve-se colocar à frente a questão do prazer, da realização pessoal, do mercado e da contribuição social. Os pais devem fazer um trabalho sério de orientação profissional, mas ainda continuam omissos. Certamente os jovens podem chegar a escolhas adequadas sem o trabalho de orientadores, mas é certo que, direcionados, terão mais precisão na hora da escolha.

É importante que o vestibulando tome a iniciativa de falar sobre seu futuro profissional com seus pais e educadores. Deve-se conhecer as expectativas deles a seu respeito. O diálogo traz sempre um ganho interessante, porém, ainda que com a colaboração de quem tá de fora, a escolha deve ser feita pelo interessado.

Pessoal! Trouxe selinho pra vocês =) E para os que eu selecionar aqui, podem pegar também os outros que vocês não tenham. Estão em “Selos” numa página a parte ali por cima dos posts, rs.

http://a-melhor-versao.blogspot.com/

http://ovalordaminhainsanidade.blogspot.com/

http://barbaranonato.wordpress.com/

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Visitem também http://www.fragmentosrd.wordpress.com =D