Shine Your Light

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“Eu sou a voz que você nunca ouviu. Mamãe, o beijo que nunca te traiu. Eu sou e quero ser como você. Serei seu maior presente… me deixa nascer!!”

Como tudo nesse mundo, jogar bebês em latas de lixo virou moda. Algo que comove qualquer um, por exemplo, a mim quando assisti ao Profissão Repórter.
Eu tinha um pensamento muito forte sobre isso. Jogou fora? Pena de morte. Mas, sabe… não é tão simples assim. Ninguém faz isso por pura maldade. Como diria Caetano Veloso, cada um sabe a dor e a delícia de ser o que é.  Só pra deixar MUITO claro, não sou a favor dessa atrocidade em circunstância alguma.

É fácil demais julgar uma mulher por ter abandonado seu filho, mas é muito difícil pegá-lo e criá-lo, né? Pra mim, dá no mesmo… se você vê uma criança abandonada e não adota, você está sendo tão “criminosa” quanto a que jogou. Talvez você pense “não tenho condições”. É… talvez seja esse o mesmo motivo da outra. Quantas vezes não agimos por impulso e depois nos arrependemos? Imagina como não deve ser querer seu filho de volta e não poder tê-lo por um ato errado cometido anteriormente? A justiça é assim.. justa com quem quer. A mãe pode ter errado uma vez, mas ela também pode se arrepender.

Acho uma hipocrisia quando a sociedade se choca diante de uma criança abandonada mas não se importa quando milhares de embriões e fetos são jogados no lixo semanalmente por uma verdadeira indústria do aborto. Qual é a diferença? Em ambos os casos se trata de crianças jogadas fora. Em ambos os casos se trata de coisas absurdas e inaceitáveis.

Mais uma vez, não acho justo uma mãe jogar seu filho numa lata de lixo, mas eu quis comparar com o aborto pra ver se as pessoas param com essa mania de sensacionalismo.

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Pode-se perceber, com frequência, o consumo desenfreado de produtos não-duráveis nos nossos meios sociais. São muitos os casos em que se presencia o uso excessivo e desnecessário desses produtos e, posteriormente, seu descarte errôneo, que afetam o meio ambiente.

O ecossistema sofre as consequências dos atos cometidos pela sociedade, como a radiação e o longo tempo de degradação de aparelhos eletrônicos e objetos de plástico. Diante disso, tornou-se normal se deparar com notícias drásticas sobre o planeta Terra e, devido a essa banalização, as pessoas erram ao negligenciar as providências que devem ser tomadas.

A influência que a mídia exerce a respeito do consumo tem um forte valor sobre tal problemática. Pelo fato de o produto não ser durável, é necessária a sua constante aquisição. Essa rotatividade intensa compromete mais ainda o planeta, pois se produz e se consome mais, desconsiderando o tempo longo de degradação que, se for comparado ao tempo de uso, se torna um despropósito.

Diante do uso inevitável desses produtos não-duráveis, cabe aos fabricantes um maior aprofundamento em pesquisas sobre itens biodegradáveis, e aos consumidores o papel de se conscientizarem e incorporarem tais descobertas na prática.