Shine Your Light

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… que trocam vidas por diamantes…

Muros, câmeras, grades, cadeados… tudo para nos trazer proteção. Mas nos proteger de quê senão de nós mesmos?

Um medo de ter medo; a não vontade de sair de casa por não saber se vai voltar; trancar todas as portas para ir dormir; encher de cacos de vidro os muros já altos da casa. Será que é tão agradável assim?

Considero esse tipo de “estilo de vida” como um medo que foi imposto de cima para baixo. Tornou-se tão normal nos depararmos com notícias tristes ao ligarmos a tv, que, ao pormos o pé pra fora de casa, é quase impossível não ficarmos apavorados. E o nosso tal direito de ir e vir? Na prática tudo vira bosta. Já que o governo não investe de forma suficiente na segurança pública, temos de ficar nos enchendo de cadeados e de cordões (para quem acredita em objetos) para nos sentirmos menos mal.

Como consequência disso, tem-se inúmeros casos de depressão e de suicídio, muitas vezes podendo diagnosticá-los por causa de insegurança ou “saco cheio” da vida, rs. afinal, o que se pode fazer tão a vontade com o medo em mente?

A violência é um fato irreversível, e sempre vai haver esse medo nas pessoas. O que se pode esperar de melhorias é uma menor manipulação da mídia, que apesar de toda uma realidade, percebe-se que ela vem usando de um modo exacerbado para obter cada vez mais audiência.

“Nas grandes cidades de um país tão irreal
Os muros e as grades nos protegem de nosso próprio mal.”

Vale a pena ouvir “De você” da Pitty

… que eu tenho um violão e nós vamos cantar…
… que eu tenho uma razão pra você não chorar…
… que eu tenho a impressão que o samba vem aí…

A urbanização está muito acelerada, trazendo consigo um grande fluxo de pessoas para as áreas urbanas e, assim, contribuindo para um crescimento desordenado e desorganizado das cidades.

Cercados de violência, nós, coagidos, exigimos que algo seja feito. Como quase tudo, pode-se relacionar tal problema também ao Sistema. Entretanto,  o índice de violência em relação a competência do poder público torna-se um despropósito, deixando-nos apenas na utopia espera de algo. É meio contraditório reclamar de tantos roubos por aí, já que o destino das críticas também é a um grupo que, de certa forma, está envolvido com corrupção.

“Miséria, fome e destruição. Abandono da população. Desigualdade e corrupção assolando a nação…”

É fácil demais fazer as UPP’s, até porque depois o perigo fica nos asfalto, né? Concordo que foi um primeiro passo, já que só planejando não aconteceria nada, mas poderiam então fortalecer a segurança aqui em baixo. A questão não é resolver os problemas das favelas, mas resolver problemas de uma cidade inteira. Infelizmente esse processo não é tão simples e não veremos, por exemplo, amanhã. Mas seria ideal começar logo, porque ficar empurrando com a barriga é que não vai dar certo. Eu acredito no utópico. Ficar pensando no “não vai dar certo”, realmente não vai dar. Mas ao tentar, no máximo vai continuar na mesma, mas aí poderemos falar “tentaram”.

…quem passa, nem liga; já vai trabalhar. E você, minha amiga, já pode chorar…

 

Vamos pedir pela segurança ao invés que pedir iPad barato.

“Eu sou a voz que você nunca ouviu. Mamãe, o beijo que nunca te traiu. Eu sou e quero ser como você. Serei seu maior presente… me deixa nascer!!”

Como tudo nesse mundo, jogar bebês em latas de lixo virou moda. Algo que comove qualquer um, por exemplo, a mim quando assisti ao Profissão Repórter.
Eu tinha um pensamento muito forte sobre isso. Jogou fora? Pena de morte. Mas, sabe… não é tão simples assim. Ninguém faz isso por pura maldade. Como diria Caetano Veloso, cada um sabe a dor e a delícia de ser o que é.  Só pra deixar MUITO claro, não sou a favor dessa atrocidade em circunstância alguma.

É fácil demais julgar uma mulher por ter abandonado seu filho, mas é muito difícil pegá-lo e criá-lo, né? Pra mim, dá no mesmo… se você vê uma criança abandonada e não adota, você está sendo tão “criminosa” quanto a que jogou. Talvez você pense “não tenho condições”. É… talvez seja esse o mesmo motivo da outra. Quantas vezes não agimos por impulso e depois nos arrependemos? Imagina como não deve ser querer seu filho de volta e não poder tê-lo por um ato errado cometido anteriormente? A justiça é assim.. justa com quem quer. A mãe pode ter errado uma vez, mas ela também pode se arrepender.

Acho uma hipocrisia quando a sociedade se choca diante de uma criança abandonada mas não se importa quando milhares de embriões e fetos são jogados no lixo semanalmente por uma verdadeira indústria do aborto. Qual é a diferença? Em ambos os casos se trata de crianças jogadas fora. Em ambos os casos se trata de coisas absurdas e inaceitáveis.

Mais uma vez, não acho justo uma mãe jogar seu filho numa lata de lixo, mas eu quis comparar com o aborto pra ver se as pessoas param com essa mania de sensacionalismo.


Sigam-me os bons :)

  • Queria faltar amanha mas deve ser decidido o horario pra começar a ir na creche aaaa 1 hour ago
  • Enfim to fodida p acordar p aula amanha rs ainda to toda machucada com bolha no pé e sinusite vindo p foder 1 hour ago
  • Qinda usa de chantagem emocional 1 hour ago
  • Respeita meu cansaço ou minha simples falta de vontade sla n pode ser tao dificil 1 hour ago
  • Posso até ceder, mas vai ser alguem de qm vou querer smp me afastar 1 hour ago
  • eu n suporto qnd nao aceitam meu não e ficam insistindo, me sinto mt mal 1 hour ago